10 Praias Incríveis e Menos Visitadas no Brasil | Guia Completo

O Brasil é famoso por praias lotadas e “cartão-postal”, mas nem todo mundo quer viagem com fila, som alto e disputa por sombra. Este guia reúne 10 praias incríveis e menos visitadas no Brasil, escolhidas porque ainda entregam aquela sensação rara de mar bonito com mais silêncio, natureza e espaço.
Aqui você encontra como chegar, melhor época, o que fazer e dicas práticas — incluindo pontos que muita gente esquece (maré, estrada, estrutura e custo), para você planejar sem cair em perrengue desnecessário.

Nota editorial do GeoExploração
Esta lista não é “top 10 por top 10”. As praias foram selecionadas por combinação de preservação, nível de movimentação, acesso (trilha/estrada/barco), estrutura real e condições de maré/mar. Algumas são fáceis e outras exigem preparo — e isso faz parte da proposta: ajudar você a escolher o lugar certo para o seu perfil, não só mostrar fotos bonitas.

1. Praia do Espelho (BA) — Refúgio exclusivo entre Trancoso e Caraíva

A Praia do Espelho costuma aparecer em quase toda lista de “praias mais bonitas do Brasil”, mas a experiência real depende de um detalhe que muita gente ignora: o horário da maré. Quando a maré baixa coincide com céu aberto, as piscinas naturais ficam tão lisas que refletem o céu como um espelho — é daí que vem o nome e também o impacto visual que tornou o lugar famoso.

Não é uma praia para pressa nem para improviso. Quem chega no horário certo entende por que ela ganhou status quase lendário; quem chega fora da maré ideal pode sair achando que o hype é exagerado.

📍 Onde fica e como chegar

A Praia do Espelho fica no povoado de Curuípe, entre Trancoso e Caraíva, no sul da Bahia.

Acesso:

  • Carro: estrada mista (asfalto + terra). Após chuvas, o trecho final costuma ficar escorregadio.

  • Transfer/van: opção mais confortável, saindo de Trancoso ou Arraial d’Ajuda.

  • Ônibus local: possível, mas exige caminhada final.

💡 Dica prática: monte o dia em função da maré baixa. Chegar cedo aumenta muito as chances de ver o “efeito espelho” no melhor momento.

☀️ Clima, mar e melhor época

  • Clima: tropical, quente o ano todo

  • Melhor época: setembro a março

  • Mar: geralmente calmo na maré baixa; é quando surgem as piscinas naturais

 Essencial: consultar a tábua de marés antes de ir. Isso muda completamente a experiência.

🌟 Por que visitar a Praia do Espelho

  • Paisagem de impacto, especialmente na maré baixa

  • Piscinas naturais rasas e transparentes

  • Ambiente mais reservado que outras praias da região

  • Boa gastronomia à beira-mar

  • Ótima para quem gosta de fotografar com calma

⚠️ Observação honesta: é um destino de perfil mais exclusivo. Na alta temporada, os preços sobem e alguns estabelecimentos trabalham com consumo mínimo para uso de espreguiçadeiras.

✨ O que fazer

  • Entrar nas piscinas naturais e aproveitar o mar calmo

  • Caminhar pela orla e buscar trechos menos movimentados

  • Fotografar do Mirante do Outeiro e das falésias

  • Fazer passeios de lancha para Caraíva e praias vizinhas

  • Ver o pôr do sol refletindo nas piscinas naturais

🍽️ Estrutura e gastronomia

A praia tem restaurantes charmosos — muitos deles ligados a pousadas — com foco em:

  • frutos do mar frescos

  • moquecas

  • culinária baiana contemporânea

Em geral, o consumo mínimo é solicitado para uso de cadeiras e guarda-sóis.

🏨 Onde ficar

  • Na Praia do Espelho: pousadas pé na areia, com clima silencioso e mais exclusivo

  • Trancoso ou Arraial d’Ajuda: mais opções e melhor custo-benefício, ideais para bate-volta

⏱️ Quanto tempo ficar

  • Bate-volta: funciona, desde que você chegue cedo

  • Ideal: 1 a 2 dias para aproveitar diferentes horários de maré sem pressa

👤 Perfil do viajante

  • Casais e lua de mel

  • Viajantes que valorizam silêncio e paisagem

  • Fotógrafos e amantes da natureza

  • Quem prefere praias bonitas longe do turismo de massa

💡 Dicas importantes

  • Vá cedo para pegar a maré baixa

  • Evite feriados se busca sossego

  • Leve dinheiro em espécie

  • Verifique as condições da estrada após chuvas

  • Use calçados aquáticos nas piscinas naturais

🌴 Vale a pena incluir no roteiro?

Vale se você busca uma praia bonita com clima mais reservado e aceita planejar o dia em função da maré. Agora, se a ideia é economia total, estrutura popular ou acesso fácil a qualquer hora, pode fazer mais sentido ficar baseado em Trancoso ou Arraial d’Ajuda e visitar o Espelho apenas no melhor horário.

🔍 O que pouca gente te conta sobre a Praia do Espelho

Apesar da fama, boa parte dos visitantes chega apenas para um bate-volta rápido, concentrado no mesmo horário de maré baixa. Isso cria picos curtos de movimento e longos períodos de praia quase vazia. Fora da maré ideal, muitos restaurantes ficam surpreendentemente tranquilos — o que pode ser ótimo para quem quer silêncio, mas frustrante para quem esperava o “cartão-postal” clássico.
Na prática, a manhã costuma entregar o melhor equilíbrio entre luz, mar e tranquilidade; à tarde, o visual muda bastante conforme a maré sobe.

2. Praia do Patacho (AL): Guia completo do refúgio paradisíaco no litoral norte

A Praia do Patacho não impressiona pelo impacto imediato, e isso é parte do charme. O visual é bonito, sim, mas o que realmente diferencia o lugar é o silêncio contínuo — mesmo em períodos de alta temporada. Quem espera agito ou estrutura urbana costuma se frustrar; quem busca ritmo lento entende rápido por que o Patacho virou referência de turismo tranquilo no Nordeste.

📍 Onde fica e como chegar

A Praia do Patacho está localizada no município de Porto de Pedras, região que faz parte da Rota Ecológica dos Milagres, conhecida por praias preservadas e vilarejos tranquilos.

Como chegar:

  • De Maceió: cerca de 2 horas de carro pela AL-101 Norte

  • De Recife: entre 2h30 e 3h, passando por Japaratinga até Porto de Pedras

💡 Dica: a estrada costeira já faz parte da experiência, com belas paisagens de coqueirais e natureza preservada ao longo do trajeto.


☀️ Clima, mar e ambiente

O clima é tropical quente durante todo o ano, perfeito para aproveitar o sol e o mar. As águas costumam ser calmas, claras e mornas, ideais para banho e momentos de relaxamento.

A ausência de grandes estruturas turísticas à beira-mar contribui para manter a atmosfera silenciosa, natural e exclusiva, perfeita para quem deseja desacelerar.


🌴 Por que visitar a Praia do Patacho

✔ Considerada uma das praias mais bonitas e preservadas do Brasil
✔ Águas cristalinas com tons turquesa
✔ Extensa faixa de areia cercada por coqueirais
✔ Tranquilidade rara no litoral nordestino
✔ Selo Bandeira Azul, que certifica qualidade ambiental, segurança e turismo sustentável
✔ A Praia do Patacho foi a primeira de Alagoas a receber o selo Bandeira Azul e tem tido renovações em temporadas recentes.


✨ O que fazer na Praia do Patacho

Banho de mar e relaxamento: aproveite as águas claras e mornas
Piscinas naturais: formadas na maré baixa, ideais para banho e snorkel
Caminhadas à beira-mar: longos trechos de areia limpa e tranquila
Passeios ecológicos: visita ao Santuário do Peixe-Boi e ao Rio Tatuamunha
Observação da natureza: coqueirais, manguezais e fauna marinha compõem o cenário


🍽️ Gastronomia no Patacho e arredores

A infraestrutura gastronômica à beira-mar é limitada, o que ajuda a preservar o ambiente natural. As melhores opções estão nas pousadas charmosas e nos vilarejos próximos.

Os pratos valorizam frutos do mar frescos, peixes grelhados e a culinária regional alagoana, com ingredientes locais e sabores autênticos.

💡 Dica: leve água e lanches se pretende passar muitas horas na praia.


🏨 Onde ficar perto da Praia do Patacho

  • Pousadas pé na areia com clima intimista

  • Hospedagens ecológicas voltadas à sustentabilidade

  • Acomodações em vilarejos próximos, como Tatuamunha, com belas vistas do mar


💡 Dicas importantes para sua visita

✔ Consulte a tábua de marés para aproveitar as piscinas naturais
✔ Leve dinheiro em espécie, pois nem todos aceitam cartão
✔ Prefira dias de semana para mais tranquilidade
✔ Use calçados aquáticos ao caminhar sobre arrecifes


🌟 Por que a Praia do Patacho é tão especial?

A Praia do Patacho combina beleza natural, tranquilidade e compromisso ambiental, tornando-se um destino perfeito para quem busca descanso, contato com a natureza e cenários paradisíacos — tudo isso longe das multidões.

Se você deseja se desconectar, relaxar e vivenciar o melhor do litoral nordestino preservado, a praia do Patacho funciona especialmente bem para quem valoriza silêncio, natureza e turismo de baixo impacto.

🔍 O que pouca gente te conta sobre a Praia do Patacho

Apesar da fama crescente, o Patacho ainda funciona mais como destino de hospedagem do que de visita rápida. Quem chega apenas para um bate-volta costuma achar o lugar “simples demais” ou até monótono. Já quem dorme pelo menos uma noite percebe que a experiência acontece nos intervalos: praias vazias pela manhã, mar calmo por longos períodos e noites extremamente silenciosas.
Na prática, é uma praia que recompensa quem desacelera — e frustra quem procura movimento.

3. Lagoinha do Leste (SC) — Guia completo do paraíso selvagem em Florianópolis

A Lagoinha do Leste é frequentemente citada como uma das praias mais selvagens do Brasil — e aqui isso não é força de expressão. O acesso limitado por trilha ou barco funciona como um filtro natural: quem chega está disposto a caminhar, planejar e abrir mão de conforto. Em troca, encontra um cenário que parece distante da Florianópolis urbana.

O visual impressiona pela mistura pouco comum de mar aberto, costões rochosos, mata atlântica fechada e uma lagoa de água doce que deságua diretamente na areia. É o tipo de lugar que exige esforço, mas entrega uma sensação real de isolamento.

📍 Onde fica e como chegar

A Lagoinha do Leste fica no sul da Ilha de Santa Catarina, dentro de uma área de preservação ambiental.

Principais acessos:

  • Trilha do Pântano do Sul: a mais utilizada, com mirantes espetaculares (nível médio)

  • Trilha do Matadeiro: mais longa e exigente (nível médio a alto)

  • Barco: possível apenas em dias de mar calmo, saindo do Pântano do Sul

💡 Dica prática: comece a trilha cedo. Além de evitar o calor mais forte, isso garante margem de segurança para o retorno.

☀️ Clima, mar e melhor época

  • Clima: subtropical

  • Melhor época: abril a outubro, com temperaturas mais amenas

  • Verão: bonito, mas mais movimentado

  • Mar: geralmente agitado, com correntezas

Atenção: não é a melhor praia para banho em dias de mar grosso. A lagoa costuma ser a opção mais segura.

🌟 Quando a Lagoinha do Leste realmente vale a pena

  • Uma das áreas mais preservadas de Florianópolis

  • Paisagem realmente selvagem, sem urbanização

  • Trilhas com vistas amplas da costa

  • Contato intenso com a natureza

  • Sensação de estar em um parque natural remoto

É uma praia que não “parece Florianópolis” — e é exatamente isso que atrai quem vai até lá.

✨ O que fazer na Lagoinha do Leste

  • Fazer trilha e explorar mirantes naturais

  • Caminhar pela longa faixa de areia

  • Banhar-se na lagoa de água doce

  • Fotografar a praia a partir dos costões

  • Aproveitar o silêncio e a ausência de movimento

🍽️ Estrutura e o que levar

A Lagoinha do Leste não possui estrutura turística.

Leve obrigatoriamente:

  • água suficiente

  • lanches leves

  • protetor solar e repelente

  • calçado adequado para trilha

  • saco para levar todo o lixo de volta

Não há bares, restaurantes ou comércio.

🏨 Onde ficar

As melhores bases para a visita são:

  • Pântano do Sul: mais próxima e tranquila

  • Armação: boa infraestrutura

  • Campeche: acesso fácil a outras praias e trilhas

❌ Não há hospedagem nem camping estruturado; o local funciona como visitação de dia.

⏱️ Quanto tempo reservar

Passeio de dia inteiro.
Entre trilha, praia e retorno, reserve 6 a 8 horas.

👤 Perfil do viajante

  • Aventureiros e trilheiros

  • Amantes da natureza e ecoturismo

  • Fotógrafos de paisagem

  • Quem busca praias realmente selvagens

❌ Não indicada para:

  • Crianças pequenas

  • Pessoas com mobilidade reduzida

  • Quem busca conforto, quiosques ou estrutura

💡 Dicas importantes

  • Vá cedo pela manhã

  • Evite dias chuvosos (trilhas ficam escorregadias)

  • Observe sempre as condições do mar

  • Nunca deixe lixo no local

  • Leve tudo o que trouxer

🌴 Vale a pena incluir no roteiro?

Vale muito se você gosta de trilha, natureza bruta e não se importa em planejar o dia com cuidado. Para quem busca praticidade, conforto ou praia fácil de acesso, a Lagoinha do Leste pode ser cansativa — e isso não é defeito, é parte da experiência.

🔍 O que pouca gente te conta sobre a Lagoinha do Leste

Muita gente idealiza a Lagoinha do Leste como “praia perfeita”, mas esquece que boa parte da experiência é a trilha. Em dias quentes ou com movimento, o esforço pesa — e quem não se planeja pode sair mais cansado do que encantado. Por outro lado, quem chega cedo encontra a praia quase vazia e entende que o verdadeiro atrativo não é conforto, mas a sensação de isolamento total dentro de Florianópolis.

4. Ilha do Campeche (SC) — Guia completo da ilha paradisíaca mais preservada de Florianópolis

A Ilha do Campeche costuma ser chamada de “ilha paradisíaca” — e, neste caso, o rótulo faz sentido desde que você aceite as regras do jogo. O acesso é controlado, o número de visitantes é limitado e tudo depende das condições do mar. Em troca, a experiência é de uma praia limpa, silenciosa e visualmente impressionante, algo cada vez mais raro em Florianópolis.

Localizada em frente à costa sul da cidade, a ilha combina água extremamente transparente, areia branca, vegetação nativa e sítios arqueológicos com inscrições rupestres. Não é apenas um lugar bonito para banho, mas um espaço de preservação ambiental e histórica.

📍 Onde fica e como chegar

A Ilha do Campeche fica a cerca de 1,5 km da Praia do Campeche, em Florianópolis, e só pode ser acessada por barcos autorizados.

Principais pontos de saída:

  • Praia do Campeche: travessia rápida (5–10 min), a opção mais prática

  • Praia da Armação: cerca de 30–40 minutos

  • Barra da Lagoa: até 1h20, com trajeto mais panorâmico

Importante: o desembarque depende tanto das condições do mar quanto da autorização diária. Nem sempre é garantido.

☀️ Clima, mar e melhor época

  • Clima: subtropical

  • Melhor época: outubro a março, quando o mar costuma ficar mais calmo

  • Mar: muito transparente, ideal para banho e snorkel

Em dias de vento sul ou mar agitado, as travessias podem ser suspensas, mesmo com céu aberto.

🌟 Por que visitar a Ilha do Campeche

  • Água clara com excelente visibilidade

  • Areia branca e ambiente limpo

  • Controle de visitantes, evitando superlotação

  • Patrimônio arqueológico com inscrições rupestres

  • Boa combinação de praia, trilha leve e fotografia

É o tipo de lugar que funciona melhor para quem valoriza qualidade de experiência, não quantidade de atrações.

✨ O que fazer na Ilha do Campeche

  • Curtir a Praia da Enseada, principal faixa de areia

  • Fazer snorkel e mergulho livre (visibilidade costuma ser ótima)

  • Caminhar por trilhas ecológicas com mirantes

  • Visitar inscrições rupestres com guias autorizados

  • Fotografar o mar e as paisagens naturais

🍽️ Estrutura e o que levar

A estrutura é mínima, justamente para preservar o ambiente.

Leve:

  • água suficiente

  • lanches leves

  • protetor solar

  • chapéu ou boné

Não conte com restaurantes completos ou comércio fixo na ilha.

💰 Quanto custa visitar

Os valores variam conforme o ponto de saída e a época do ano:

  • Preço médio: entre R$150 e R$250 (ida e volta)

  • Saídas pela Praia do Campeche costumam ser mais rápidas e econômicas

  • Alguns passeios incluem acompanhamento de guias

  • No verão, o acesso é limitado (ex.: 800 pessoas/dia) e pode haver taxa/controle de bilhete.

🏨 Onde ficar para visitar

❌ Não é permitido pernoitar na ilha.

As melhores bases são:

  • Praia do Campeche: mais prática para embarque

  • Armação: charmosa e tranquila

  • Barra da Lagoa: mais estrutura turística

⏱️ Quanto tempo reservar

De 3 a 4 horas costumam ser suficientes para aproveitar bem.

O tempo pode variar conforme o controle ambiental e as condições do mar no dia.

👤 Perfil do viajante

  • Amantes da natureza

  • Fotógrafos e snorkelistas

  • Casais e viajantes tranquilos

  • Quem busca praias bonitas sem aglomeração

❌ Não indicada para:
quem procura festas, bares, comércio intenso ou infraestrutura urbana.

💡 Dicas importantes

  • Reserve com antecedência (vagas limitadas)

  • Chegue cedo ao ponto de embarque

  • Respeite todas as regras ambientais

  • Não é permitido acampar ou fazer fogueiras

  • Pets não são permitidos

  • Leve todo o lixo de volta

🌴 Vale a pena incluir no roteiro?

Vale se você entende que a Ilha do Campeche é uma experiência controlada e dependente do mar. Para quem aceita planejar, respeitar regras e quer água cristalina em um ambiente preservado, é uma das melhores escolhas de Florianópolis. Para quem prefere liberdade total de horário ou infraestrutura completa, pode acabar frustrando.

🔍 O que pouca gente te conta sobre a Ilha do Campeche

Muita gente imagina a Ilha do Campeche como um passeio livre e espontâneo, mas a experiência é bem mais engessada do que parece. O tempo na ilha é controlado, os horários dependem do mar e, em dias cheios, a sensação pode ser mais de visita monitorada do que de praia à vontade. Por outro lado, quem entende essas limitações e aceita o ritmo imposto encontra um dos mares mais limpos e silenciosos de Florianópolis — sem o caos das praias urbanas.

5. Ilha do Mel (PR) — Refúgio natural sem carros

A Ilha do Mel é um dos poucos lugares no Sul do Brasil onde o ritmo realmente desacelera. A ausência de carros muda completamente a experiência: tudo é feito a pé, em trilhas ou pela areia, e o som dominante passa a ser o do mar e da mata. Para quem busca silêncio e contato com a natureza, isso é um grande acerto; para quem precisa de praticidade total, pode ser um desafio.

Localizada na Baía de Paranaguá, a ilha tem grande parte do território protegida por unidades de conservação. O resultado é um conjunto de praias preservadas, trilhas bem definidas e pontos históricos que ajudam a contar a história do litoral paranaense.

📍 Onde fica e como chegar

A Ilha do Mel fica no litoral norte do Paraná e só pode ser acessada por barco.

Principais pontos de embarque:

  • Pontal do Sul (Pontal do Paraná): cerca de 30 minutos — opção mais rápida

  • Paranaguá: aproximadamente 1h30, ideal para quem quer aproveitar o centro histórico

Os barcos podem ser:

  • linhas regulares autorizadas

  • táxis náuticos

💡 Dica prática: chegue cedo ao terminal, principalmente em feriados e no verão, quando a fila pode ser longa.

☀️ Clima, mar e melhor época

  • Clima: subtropical

  • Verão (dez–mar): mais quente e movimentado

  • Outono e primavera: clima agradável e menos turistas

  • Inverno: mais tranquilo, com temperaturas amenas

O mar varia conforme a praia: há trechos mais calmos e outros com ondas, inclusive para surf.

🌟 Por que visitar a Ilha do Mel

  • Ambiente natural sem carros

  • Ritmo de vida simples e tranquilo

  • Trilhas ecológicas bem sinalizadas

  • Praias preservadas e pouco urbanizadas

  • Pontos históricos importantes

  • Boa opção para ecoturismo e descanso

É um destino que funciona melhor para quem gosta de caminhar, explorar e não ter pressa.

✨ O que fazer na Ilha do Mel

  • Explorar praias como Encantadas, Farol, Fortaleza e Praia Grande

  • Subir no Farol das Conchas para vista panorâmica

  • Visitar a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres (século XVII)

  • Conhecer a Gruta das Encantadas

  • Caminhar pelas trilhas entre vilas e praias

🍽️ Gastronomia

A culinária local é simples e baseada em frutos do mar e comida caiçara.

As melhores opções ficam nas vilas:

  • Nova Brasília

  • Encantadas

  • Fortaleza

Pratos comuns incluem peixes grelhados, camarão e moquecas.

🏨 Onde ficar

As hospedagens ficam concentradas nas vilas autorizadas:

  • Nova Brasília: mais estrutura e serviços

  • Encantadas: clima mais jovem e movimentado

  • Fortaleza: mais isolada e silenciosa

Há pousadas, chalés e hospedagens rústicas integradas à natureza.

⏱️ Quanto tempo reservar

O ideal é ficar 2 a 3 noites, tempo suficiente para explorar trilhas, praias e pontos históricos sem correria.

👤 Perfil do viajante

  • Casais e famílias

  • Amantes da natureza

  • Quem busca tranquilidade

  • Viajantes que gostam de caminhar

❌ Não indicada para:
quem precisa de carro, busca luxo urbano ou vida noturna intensa.

💡 Dicas importantes

  • Há limite diário de visitantes — planeje com antecedência

  • Use calçados confortáveis para trilhas

  • Leve repelente e protetor solar

  • Bicicleta pode facilitar deslocamentos

  • Respeite as regras ambientais

  • Leve todo o lixo de volta

🌴 Vale a pena incluir no roteiro?

Vale muito se você gosta de destinos onde o ritmo é ditado pela natureza, não pelo relógio. A Ilha do Mel entrega praias preservadas, história e trilhas em um ambiente simples e silencioso. Para quem espera praticidade total ou agito noturno, pode não ser a melhor escolha — e essa clareza evita frustração.

🔍 O que pouca gente te conta sobre a Ilha do Mel

Muita gente imagina a Ilha do Mel como um destino simples de “praia fácil”, mas a ausência de carros cobra seu preço. Caminhadas longas com mochila, horários de barco rígidos e pouca flexibilidade fazem parte da experiência. Quem chega preparado para isso aproveita o ritmo lento e o silêncio; quem não se planeja pode achar o deslocamento cansativo e a logística mais complicada do que o esperado.

6. Praia do Pontal de Castelhanos (SP) — Selvagem na Ilhabela

A Praia do Pontal de Castelhanos mostra um lado de Ilhabela que muita gente não imagina. Localizada na costa leste da ilha, dentro do Parque Estadual de Ilhabela, ela é separada do centro turístico por mata fechada e uma estrada de terra que já deixa claro: chegar até aqui faz parte da experiência.

O cenário é marcante: mar aberto, mata atlântica preservada, uma baía em formato de coração vista do alto e uma comunidade caiçara tradicional que mantém o ritmo simples do lugar. Não é uma praia fácil — e justamente por isso continua rústica, autêntica e pouco modificada pelo turismo.

📍 Onde fica e como chegar

A praia fica na costa leste de Ilhabela, voltada para o Oceano Atlântico.

Formas de acesso:

  • Por terra (principal): pela Estrada-Parque dos Castelhanos (cerca de 15 km)
    – Apenas veículos 4×4, motos autorizadas, bicicletas ou a pé
    – Ida (Centro → Castelhanos): 7h–14h. Volta (Castelhanos → Centro): a partir de 15h, com saída do parque até 18h.

  • Por mar: passeios de barco e flexboat saem do centro de Ilhabela

  • Por trilha: opção indicada apenas para aventureiros experientes

💡 Dica prática: passeios 4×4 guiados são a forma mais segura e comum de acesso, especialmente para quem não conhece a estrada.

☀️ Clima, mar e melhor época

  • Clima: tropical úmido

  • Melhor época: abril a setembro, quando chove menos

  • Mar: aberto, com ondas fortes em vários trechos

Atenção: não é praia de mar sempre calmo. Em dias de ressaca, o banho fica restrito a áreas mais protegidas.

🌟 Por que visitar Castelhanos

  • Uma das praias mais selvagens de Ilhabela

  • Vista única da baía em formato de coração

  • Contato direto com a cultura caiçara

  • Trilhas e praias isoladas nos arredores

  • Sensação real de aventura e isolamento

O contraste com as praias urbanizadas da ilha é total.

✨ O que fazer em Castelhanos

  • Entrar no mar em trechos mais protegidos e surfar quando as condições permitem

  • Fazer trilhas para praias vizinhas, como Praia Mansa e Praia Vermelha

  • Subir ao Mirante do Coração para fotos panorâmicas

  • Provar a culinária caiçara nos quiosques da comunidade

  • Aproveitar estadias simples ou camping (onde permitido)

🍽️ Gastronomia

A gastronomia é simples e fiel à tradição caiçara, com destaque para:

  • peixes frescos

  • frutos do mar

  • pratos regionais preparados de forma caseira

Os quiosques funcionam principalmente em finais de semana e na alta temporada.

🏨 Onde ficar

  • Comunidade de Castelhanos: campings e pousadas simples

  • Centro de Ilhabela: melhor infraestrutura e base para passeios de um dia

⏱️ Quanto tempo reservar

Passeio de dia inteiro.
Entre estrada ou trilha, praia e retorno, reserve 6 a 8 horas.

👤 Perfil do viajante

  • Aventureiros

  • Amantes de trilhas e natureza

  • Surfistas

  • Fotógrafos de paisagem

❌ Não indicada para:
quem busca luxo, conforto urbano ou praias de mar calmo o tempo todo.

💡 Dicas importantes

  • Chegue cedo por causa dos horários do parque

  • Use repelente (borrachudos são comuns)

  • Leve água e protetor solar

  • Prefira passeios 4×4 autorizados

  • Respeite a comunidade local e o parque

  • Leve todo o lixo de volta

🌴 Vale a pena incluir no roteiro?

Vale muito se você quer conhecer o lado mais selvagem de Ilhabela e não se importa com acesso difícil e pouca estrutura. Para quem espera praia fácil, conforto e mar sempre calmo, Castelhanos pode cansar. Para quem busca aventura e autenticidade, é uma das experiências mais marcantes da ilha.

🔍 O que pouca gente te conta sobre Castelhanos

Muita gente chega a Castelhanos achando que o esforço termina na estrada — e se surpreende ao perceber que a experiência continua rústica mesmo depois de chegar. O mar costuma ser mais forte, os borrachudos aparecem sem aviso e a estrutura é simples, especialmente fora de finais de semana. Por outro lado, quem aceita essas condições encontra uma das praias mais autênticas de Ilhabela, com ritmo caiçara real e uma sensação de isolamento que não existe do outro lado da ilha.

7. Praia do Cedro (SP) — Canto escondido de Ubatuba

A Praia do Cedro é pequena, bonita e funciona quase como um respiro em meio às praias mais movimentadas de Ubatuba. Cercada por Mata Atlântica preservada e com acesso por uma trilha curta, ela costuma ficar mais tranquila — pelo menos fora dos horários de pico.

Por ser compacta, o clima muda rápido: em dias cheios, perde parte do charme; em dias calmos, vira um ótimo refúgio para quem quer mar tranquilo e silêncio relativo, sem precisar se afastar muito do centro.

📍 Onde fica e como chegar

A Praia do Cedro está na região central/sul de Ubatuba, próxima à Praia Vermelha do Centro e ao Tenório.

Acessos:

  • Trilha pela Praia Vermelha do Centro: 10 a 15 minutos, nível fácil

  • Por mar: barcos e lanchas saem do Itaguá ou da Praia Vermelha

Dica prática: a trilha é curta, mas pode ficar escorregadia após chuvas. Vá com calçado adequado.

☀️ Clima, mar e melhor época

  • Clima: tropical úmido

  • Boa época: o ano todo, com preferência para dias de sol

  • Mar: geralmente calmo e transparente, ideal para banho

Em dias de mar mais agitado, evite nadar perto das pedras.

🌟 Por que visitar a Praia do Cedro

  • Praia pequena e bem preservada

  • Mar calmo, bom para banho

  • Boa visibilidade para snorkel

  • Acesso relativamente fácil

  • Clima de refúgio natural

É um contraste interessante com as praias mais urbanizadas da cidade.

✨ O que fazer na Praia do Cedro

  • Relaxar e entrar no mar

  • Fazer snorkel próximo às pedras

  • Caminhar pela orla e observar a paisagem

  • Fotografar o encontro do mar com a mata atlântica

🍽️ Estrutura e o que levar

A estrutura é mínima, o que ajuda a preservar o ambiente.

  • Em alguns períodos, há quiosque simples

  • Não conte com restaurantes completos

 Leve:

  • água

  • lanches

  • protetor solar

🗑️ Leve todo o lixo de volta.

🏨 Onde ficar

Boas bases para visitar a praia:

  • Itaguá: mais infraestrutura e passeios de barco

  • Centro de Ubatuba: fácil acesso a várias praias

  • Praia Vermelha do Centro ou Tenório: proximidade da trilha

⏱️ Quanto tempo reservar

Meio período (manhã ou tarde) costuma ser suficiente.
Funciona bem combinar com outras praias próximas no mesmo dia.

👤 Perfil do viajante

  • Casais

  • Famílias com crianças maiores

  • Amantes da natureza

  • Quem busca praias tranquilas e pouco movimentadas

❌ Não indicada para:
quem procura grandes estruturas, festas ou agito constante.

💡 Dicas importantes

  • Vá cedo — a praia é pequena e enche rápido

  • Use calçados adequados para a trilha

  • Leve snorkel e máscara

  • Evite finais de semana e feriados se busca mais silêncio

  • Preserve o ambiente natural

🌴 Vale a pena incluir no roteiro?

Vale se você quer uma praia bonita, de mar calmo e acesso fácil, mas aceita que o espaço é limitado. Para quem chega cedo e evita horários de pico, a Praia do Cedro é um dos refúgios mais agradáveis de Ubatuba.

🔍 O que pouca gente te conta sobre a Praia do Cedro

Por ser pequena e de acesso fácil, a Praia do Cedro muda completamente de clima ao longo do dia. Quem chega cedo encontra água calma, pouco movimento e um dos melhores pontos de snorkel da região. Já no fim da manhã, especialmente em fins de semana e feriados, o espaço fica apertado e a experiência perde boa parte do encanto. Na prática, o horário de chegada define se o passeio será relaxante ou apenas “mais uma praia cheia” de Ubatuba.

8. Baía dos Golfinhos (RN) — Tranquilidade e fauna marinha em Pipa

A Baía dos Golfinhos é um dos lugares mais especiais do litoral potiguar não apenas pela paisagem, mas pelo que acontece dentro da água. Localizada em Pipa, no município de Tibau do Sul, a praia é conhecida pela presença frequente de golfinhos-nariz-de-garrafa, que costumam nadar próximos à costa, muitas vezes logo nas primeiras horas da manhã.

O acesso limitado pela maré e a ausência de estrutura fixa ajudam a manter o ambiente preservado. Não é uma praia para pressa nem para ficar entrando e saindo — funciona melhor para quem quer observar, caminhar, entrar no mar com calma e respeitar o ritmo natural do lugar.

📍 Onde fica e como chegar

A Baía dos Golfinhos fica entre a Praia do Centro de Pipa e a Praia do Madeiro, a cerca de 85 km de Natal.

Acessos:

  • A pé (mais comum): caminhada pela areia somente na maré baixa (10–15 minutos)

  • De barco/lancha: passeios saem do centro de Pipa e percorrem a costa

Importante: o acesso a pé depende totalmente da tábua de marés. Sem maré baixa, não há passagem segura.

☀️ Clima, mar e melhor época

  • Clima: tropical, quente o ano inteiro

  • Boa época: o ano todo, com atenção especial às marés

  • Mar: geralmente calmo, morno e com poucas ondas

Pela manhã, o mar costuma ficar ainda mais tranquilo — e é quando as chances de ver golfinhos são maiores.

🌟 Por que visitar a Baía dos Golfinhos

  • Observação de golfinhos em liberdade

  • Ambiente silencioso e pouco urbanizado

  • Águas calmas, boas para banho

  • Falésias coloridas e vegetação nativa

  • Uma das paisagens naturais mais bonitas do RN

Aqui, a grande atração não é estrutura nem serviços, e sim a vida marinha.

✨ O que fazer na Baía dos Golfinhos

  • Observar golfinhos nadando e saltando próximos à costa

  • Entrar no mar com calma e respeito ao ambiente

  • Caminhar pela areia durante a maré baixa

  • Fazer passeios de barco ao longo da costa de Pipa

  • Fotografar falésias, mar e fauna marinha

Dica importante: mantenha distância dos animais e evite movimentos bruscos na água.

🍽️ Estrutura e alimentação

A Baía dos Golfinhos não possui estrutura turística fixa.

Para refeições e bares, prefira:

  • Centro de Pipa

  • Praia do Madeiro, que tem boa infraestrutura

Leve água e lanches, especialmente se pretende passar várias horas na praia.

🏨 Onde ficar

Boas bases para visitar a baía:

  • Centro de Pipa: mais opções e acesso fácil

  • Praia do Madeiro: mais tranquila

  • Tibau do Sul: clima sossegado e boas pousadas

  • Praia do Amor: boa localização para explorar a região

⏱️ Quanto tempo reservar

Meio período costuma ser suficiente.
Funciona bem combinar com Madeiro, Praia do Amor ou o Centro de Pipa no mesmo dia.

👤 Perfil do viajante

  • Amantes da natureza e da vida marinha

  • Casais e famílias

  • Viajantes que buscam tranquilidade

  • Fotógrafos de paisagem

❌ Não indicada para:
quem procura festas, música alta ou estrutura completa na areia.

🐬 Conduta responsável com os golfinhos

  • Não alimente os animais

  • Não tente tocar ou persegui-los

  • Evite barulho excessivo

  • Respeite as normas ambientais

📌 A preservação do local garante que os golfinhos continuem frequentando a baía.

💡 Dicas importantes

  • Consulte a tábua de marés antes de ir

  • Vá cedo pela manhã

  • Use protetor solar e chapéu

  • Leve água

  • Preserve o ambiente — leve todo o lixo de volta

🌴 Vale a pena incluir no roteiro?

Vale muito se você quer viver uma experiência natural e respeitosa, observando golfinhos em liberdade em um cenário preservado. Para quem entende que o acesso depende da maré e que o foco é a natureza — não a estrutura — a Baía dos Golfinhos é uma das experiências mais marcantes de Pipa.

🔍 O que pouca gente te conta sobre a Baía dos Golfinhos

Muita gente chega sem consultar a maré e descobre tarde demais que o acesso a pé não é possível — ou precisa encurtar a visita para não ficar “preso” pela subida da água. Além disso, os golfinhos aparecem com mais frequência nas primeiras horas da manhã; quem chega tarde pode sair achando que a fama é exagerada. Na prática, planejamento de horário faz toda a diferença entre um encontro memorável e um passeio comum.

9. Barra Grande (PI) — Praia pacata no litoral nordestino

Barra Grande, no litoral do Piauí, é o tipo de lugar que conquista pela simplicidade. Localizada no município de Cajueiro da Praia, dentro do pequeno — e ainda pouco explorado — litoral piauiense, a vila combina ritmo lento, natureza preservada e um clima acolhedor que faz o visitante desacelerar quase sem perceber.

A praia tem dois lados bem definidos: em horários de maré baixa, surgem trechos calmos e piscinas naturais; durante a temporada de ventos, o destino se transforma em um dos principais polos de kitesurf do Brasil. Essa mistura explica por que Barra Grande agrada tanto quem quer descanso quanto quem busca esportes ao ar livre.

📍 Onde fica e como chegar

Barra Grande fica no litoral norte do Piauí, próxima à divisa com o Ceará.

Distâncias:

  • Parnaíba: cerca de 70–80 km

  • Teresina: cerca de 400 km

Como chegar:

  • Avião: até Parnaíba + carro ou transfer

  • Carro/transfer: acesso fácil pela PI-116

  • Ônibus: linhas regionais até Cajueiro da Praia

Muitos viajantes incluem Barra Grande na Rota das Emoções (Delta do Parnaíba + Jericoacoara), o que funciona bem para quem gosta de viagens mais longas e variadas.

☀️ Clima, mar e melhor época

  • Clima: tropical quente

  • Temperaturas médias: 25 °C a 32 °C

  • Ventos fortes: julho a dezembro (ideal para kitesurf)

  • Mar mais calmo: em horários de maré baixa e fora do pico dos ventos

Na maré baixa, surgem piscinas naturais agradáveis para banho relaxante.

🌟 Por que visitar Barra Grande (PI)

  • Praia tranquila e ainda pouco explorada

  • Vila pequena, charmosa e fácil de percorrer a pé

  • Um dos melhores destinos de kitesurf do Brasil

  • Manguezais, estuários e natureza preservada

  • Pôr do sol bonito e clima de vila

  • Ritmo de vida simples e sem pressa

É o tipo de destino que agrada quem prefere experiência em vez de grandes atrações.

✨ O que fazer em Barra Grande

  • Caminhar pela praia e aproveitar os trechos mais calmos

  • Praticar kitesurf ou windsurf (há escolas para iniciantes)

  • Fazer stand up paddle ou caiaque em áreas protegidas

  • Explorar manguezais e estuários em passeios guiados

  • Assistir ao pôr do sol à beira-mar

🍽️ Gastronomia e clima noturno

A vila tem restaurantes pequenos e bares rústicos, muitos com mesas na areia.

Destaques da culinária:

  • peixes frescos

  • camarão e frutos do mar

  • pratos regionais e opções contemporâneas

À noite, o clima é tranquilo e descontraído — sem festas grandes ou aglomerações.

🏨 Onde ficar

Barra Grande oferece:

  • pousadas rústicas à beira-mar

  • chalés confortáveis

  • hotéis boutique com foco em sustentabilidade

A maioria das hospedagens permite fazer quase tudo a pé.

⏱️ Quanto tempo reservar

O ideal é ficar de 2 a 4 noites, tempo suficiente para relaxar, curtir a praia e fazer passeios pela região sem pressa.

👤 Perfil do viajante

  • Quem busca tranquilidade

  • Amantes da natureza

  • Praticantes de kitesurf

  • Casais e viajantes de slow travel

❌ Não indicada para:
quem procura grandes resorts, luxo urbano ou vida noturna agitada.

💡 Dicas importantes

  • Reserve hospedagem com antecedência na alta temporada

  • Consulte a tábua de marés

  • Leve dinheiro em espécie

  • Use protetor solar e roupas leves

  • Alugue carro ou contrate transfer saindo de Parnaíba

🌴 Vale a pena incluir no roteiro?

Vale muito se você gosta de destinos simples, com ritmo lento e contato direto com a natureza. Barra Grande não tenta ser sofisticada nem agitada — e é justamente isso que a torna especial para quem quer relaxar, praticar esportes ao ar livre e conhecer um dos litorais menos explorados do Brasil.

🔍 O que pouca gente te conta sobre Barra Grande (PI)

Muita gente chega a Barra Grande esperando uma praia nordestina de mar sempre calmo — e se surpreende ao encontrar vento constante em boa parte do ano. Para alguns, isso é incômodo; para outros, é exatamente o que transforma o vilarejo em referência nacional de kitesurf. Na prática, a experiência muda conforme a época: fora da temporada de ventos, o ritmo é ainda mais lento; durante o auge do kite, a vila ganha mais movimento, mas sem perder o clima simples.

10. Carro Quebrado (AL) — Falésias e mar cristalino

Carro Quebrado é daquelas praias que impressionam logo na primeira vista. Localizada no município de Barra de Santo Antônio, no litoral norte de Alagoas, ela chama atenção pelas falésias multicoloridas, que criam um contraste forte com o mar em tons de azul e verde. O visual é impactante — e explica por que o lugar virou queridinho de fotógrafos e viajantes que gostam de paisagens diferentes.

Ao mesmo tempo, é uma praia rústica e pouco estruturada. Não há quiosques grandes, calçadão ou comércio na areia. Isso mantém o clima mais preservado, mas também exige planejamento de quem visita.

📍 Onde fica e como chegar

A Praia de Carro Quebrado fica a cerca de 40 a 45 km de Maceió, no litoral norte do estado.

Formas de acesso:

  • Buggy ou veículo 4×4: opção mais segura, já que o acesso é por estrada de terra

  • Passeios de buggy ou quadriciclo: saindo de Paripueira, Sonho Verde ou Barra de Santo Antônio

  • Trilha guiada: recomendada para quem não conhece a região

Dica prática: após períodos de chuva, a estrada pode ficar difícil. Passeios guiados costumam ser a escolha mais tranquila.

☀️ Clima, mar e melhor época

  • Clima: tropical quente

  • Melhor época: setembro a março

  • Mar: geralmente calmo e transparente, com piscinas naturais na maré baixa

Consultar a tábua de marés ajuda a pegar o melhor visual das piscinas e um mar mais tranquilo.

🌟 Por que visitar Carro Quebrado

  • Falésias coloridas únicas no litoral alagoano

  • Praia ampla e pouco frequentada

  • Visual forte e muito fotogênico

  • Mirantes naturais com vista privilegiada

  • Sensação real de praia “fora do circuito”

É um destino que agrada quem valoriza paisagem mais do que estrutura.

✨ O que fazer em Carro Quebrado

  • Entrar no mar e aproveitar os trechos mais calmos

  • Subir aos mirantes das falésias para fotos panorâmicas

  • Caminhar pela extensa faixa de areia

  • Fazer passeios de buggy ou quadriciclo

  • Montar um piquenique simples à beira-mar (leve tudo com você)

🍽️ Estrutura e alimentação

A estrutura na praia é mínima, o que ajuda a preservar o ambiente.

Para refeições completas, prefira:

  • Paripueira

  • Barra de Santo Antônio

  • Beach clubs próximos, como Sonho Verde

Leve água, lanche e protetor solar se pretende passar mais tempo na praia.

🏨 Onde ficar

Boas bases para visitar Carro Quebrado:

  • Paripueira: melhor infraestrutura e opções de passeio

  • Barra de Santo Antônio: vila simples e charmosa

  • Maceió: funciona bem para bate-volta

⏱️ Quanto tempo reservar

De meio período a 1 dia inteiro.
Funciona bem combinar com outras praias do litoral norte de Alagoas no mesmo dia.

👤 Perfil do viajante

  • Amantes de paisagens naturais

  • Fotógrafos

  • Casais

  • Quem busca praias tranquilas e menos exploradas

❌ Não indicada para:
quem procura resorts, estrutura completa ou conforto urbano na areia.

💡 Dicas importantes

  • Prefira buggy ou veículo 4×4

  • Vá pela manhã para melhor luz nas falésias

  • Leve água, lanche e protetor solar

  • Consulte a tábua de marés

  • Preserve o ambiente — leve todo o lixo de volta

🌴 Vale a pena incluir no roteiro?

Vale muito se você gosta de praias rústicas, visuais marcantes e pouca interferência urbana. Carro Quebrado não é destino de comodidade, mas entrega uma das paisagens mais diferentes e impactantes de Alagoas — ideal para quem quer fugir dos roteiros tradicionais e ver o litoral nordestino por outro ângulo.

🔍 O que pouca gente te conta sobre Carro Quebrado

Muita gente chega a Carro Quebrado atraída pelas fotos das falésias e não se dá conta de que a experiência é totalmente rústica. O acesso pode ser cansativo, o sol costuma ser forte e não há sombra nem apoio na areia. Quem vai preparado, com água, proteção e expectativa certa, encontra uma das paisagens mais impactantes de Alagoas. Quem chega esperando conforto costuma sair antes do previsto.

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